Bruna
Acordei assustada com uma pontada forte na barriga.
Meu coração acelerou imediatamente.
Olhei para o relógio e vi que eram três horas da manhã. Antes que eu pudesse processar, senti outra contração, mais intensa do que a primeira.
Levantei com cuidado, apoiando a mão sobre a barriga, tentando controlar a respiração. Mas, ao dar os primeiros passos para fora da cama, senti um líquido quente escorrer pelas minhas pernas.
Minha bolsa havia rompido.
— Amir! — chamei, já sentindo o desespero