HANNER NARRANDO
Saí com a mão na testa, sabendo que estava sangrando. Eu não ligo para isso, mas preciso estancar com alguma coisa, então, por enquanto, a mão serve.
Eu andei para o mais longe possível, até que finalmente achei um telefone na estrada. Liguei para um colega meu, minha coleta de emergência, e ele veio em poucos minutos.
— Hanner, o que aconteceu? — Disse, quando entrei no carro. — Você tá com o rosto todo sujo de sangue. Alguma vítima te deu trabalho?
— Não, Taylor. Eu era a víti