POV de Mathilda
Um golpe na porta me despertou às duas da manhã. Eu estava apavorada — e não sem motivo. Tinha medo de que algo ruim tivesse acontecido com meu pai. Notícias que chegam no meio da noite nunca trazem coisa boa.
— Já vou — murmurei.
Agarrei a barra do meu pijama, tentando acalmar a ansiedade que martelava no peito. Rezei em silêncio, implorando para que não fossem más notícias sobre meu pai.
Mas o rosto frio que apareceu diante de mim ao abrir a porta me tirou o fôlego. Fredric en