POV de Mathilda
—Mathilda! Abre a porta!
Acordei sobressaltada. O relógio marcava três da manhã. Por um momento, pensei estar sonhando — mas os gritos eram reais.
—Mathilda, está surda?! —a voz furiosa de Fredric ecoou do outro lado da porta.
Corri, tropeçando nos lençóis, e abri. Ele estava ali — o rosto vermelho, os olhos marejados de raiva e álcool. Um sorriso cruel se espalhou por seus lábios enquanto ele empurrava a porta e entrava sem pedir.
—Vou dormir aqui. A cabeça tá latejando... o pe