Eliza
— ME SOLTA! Esta me machucando. O que pretende? — inutilmente eu gritava desesperada
Ele fingia não me ouvir, e continuava segurando meu braço com força, e me puxando por toda a escada. Só parou quando entramos em um quarto que ficava no final do corredor. Ele segurou meus braços e me jogou com toda força sobre a cama.
Sentou numa poltrona antiga toda branca que estava bem em frente a porta, abriu a garrafa de vinho e deu um longo gole no próprio gargalho. Eu estava assustada, mas prepar