Fabio cerrou os punhos e pegou a toalha, esticou-a em frente à banheira e fechou os olhos. Ele sabia que ela não quis dizer "ninguém", ninguém a amarrou à Córsega, e agradeceu-lhe por ter tido o tato de não tentar magoá-lo.
-Talvez... talvez haja alguém esperando por você lá", disse ele, enrolando a toalha ao redor dela, mas seus braços ficaram lá, ao redor dela.
-Não vou voltar a essa vida, Fábio. Eu não vou voltar a tentar ser quem não sou. Eu já tive anos suficientes de sorrisos hipócritas e