Valentina estava sentada na varanda dos fundos da casa senhorial, um pequeno espaço construído em madeira de pinho, que cheirava deliciosamente e oferecia uma vista espetacular da paisagem. Ela gostaria de ter tirado os sapatos e saboreado aquela grama fina, aquele pedaço de natureza que correu para o espelho límpido do lago. As palavras de Malena não paravam de atacá-la a cada minuto: "Os homens Di Sávallo são extremamente ciumentos, ninguém toca no que é deles..." que poderia se tornar uma aj