*Henry*
O cheiro de sálvia e álcool da enfermaria de Agnes sempre me trazia lembranças mistas. Sentei-me na beira da maca, observando em silêncio enquanto ela examinava a mão esquerda de Elise sob a luz de uma lamparina.
Agnes virou a palma de Elise para cima e para baixo. Pressionou o centro, exatamente onde o meu corte estava enfaixado. Elise não vacilou. A pele dela continuava imaculada.
— Não há nada aqui, Luna — Agnes murmurou, ajeitando os óculos no nariz antes de suspirar e cruzar os b