* Elise*
O silêncio do quarto era preenchido apenas pelo som suave das nossas respirações entrecortadas e pelo calor reconfortante que emanava da lareira.
A sombra do pânico daquela noite — o peso aterrador dele sobre mim, a letalidade das presas raspando na minha pele — ainda tentou se agarrar às bordas da minha mente por um breve instante. O meu instinto primário hesitou. Mas quando as mãos grandes de Henry acariciaram a curva da minha cintura com uma suavidade quase devota, algo dentro de