*Henry*
A força com que Elise me puxou para dentro do quarto foi surpreendente.
Quando a porta pesada se fechou com um estalo nas minhas costas, o ar pareceu sumir dos meus pulmões. O instinto gritou para que eu recuasse, para que eu voltasse para a segurança do meu isolamento, mas os dedos dela ainda seguravam o meu pulso, ancorando-me ali.
— Elise — a minha voz saiu rouca, carregada de hesitação. Eu encarei os olhos azuis dela, buscando qualquer sinal de arrependimento. — Eu não deveria