*Elise*
— Você é minha.
A voz que raspou contra a minha pele não era a do homem que me treinou no pátio ou do líder que eu observava de longe. Era um som gutural, antigo e irracional.
Quando senti a ponta afiada das presas dele pressionar a carne sensível do meu pescoço, a névoa quente do prazer se dissipou em um estalo violento. O calor que derretia os meus ossos foi instantaneamente substituído por um banho de gelo. O meu instinto de sobrevivência, adormecido por minutos de luxúria, gri