Christopher Salazar
Valentina não acordava de jeito nenhum. Eu a carreguei de volta para a clínica. Colocamos álcool para ela cheirar; ela despertava um pouco, me via, arregalava os olhos e desmaiava novamente. Comecei a achar que talvez eu fosse o problema, mas eu não era tão feio assim.
Sem mais delongas, resolvi levá-la para o hospital. Talvez, com a queda, algum neurônio tenha parado de funcionar — vai lá saber. Eu nem sabia o motivo certo, mas estava preocupado com uma mulher que, dias atr