— É raro eu encontrar meus alvos pessoalmente.
A voz dele era calma demais.
Quase educada.
O homem inclinou levemente a cabeça enquanto me observava, uma sobrancelha arqueada atrás dos óculos escuros.
— Claro, também é raro que eles me vejam e sobrevivam para contar a história. — Um sorriso lento surgiu em seus lábios. Frio. Artificial. — Mas, sinceramente? Eu prefiro assim. Gosto de ver o rosto das pessoas nos momentos finais.
Ele soltou uma risada baixa.
Sem qualquer traço de humor.
Meu estôm