Algo no olhar preocupado de Amyrah me deu a resposta antes mesmo que ela dissesse qualquer coisa.
Ela nunca havia carregado um peso como aquele.
Nunca precisara conviver com uma culpa capaz de consumir cada pensamento.
Ainda segurando minha mão, ela se moveu para se ajoelhar diante de mim.
— Você quer que eu chame um deles? — perguntou suavemente.
Soltei uma risada curta e amarga.
— Meus homens?
A expressão séria dela vacilou.
— Não. Não é isso.
A mentira saiu fácil demais.
— Eu estou bem.
Não