— Nem pensar.
Cerrei os dentes, mantendo o sorriso no rosto com um esforço quase heroico, enquanto Thomas envolvia meu braço com o dele, num gesto firme — protetor, mas também estratégico.
— Se nos der licença, preciso mostrar o quarto de Lucy — disse ele, cortando qualquer possibilidade de continuação.
— Não vai chamar os Dashwoods primeiro? — insistiu a mulher, claramente irritada. — Eles ficaram muito ofendidos.
Thomas nem desacelerou.
— Tenha um bom dia, tia.
E me conduziu para dentro antes