Leyla Aksoy
A luz da manhã entrava pela janela do quarto do hospital, aquecendo suavemente minha pele. Pisquei algumas vezes, tentando me ajustar à claridade. Minha cabeça ainda estava pesada, como se os eventos do dia anterior fossem um sonho confuso. Mas a expressão preocupada no rosto de Ferman, que estava sentado ao meu lado segurando minha mão, me trouxe de volta à realidade.
— Bom dia, meu amor — ele disse, a voz baixa e carregada de alívio ao perceber que eu estava acordada.
— Bom