Manuela
Hoje era o dia em que eu teria que ir para essa droga de lugar... Ai, que ódio. Queria poder fugir ou implorar para o Léo me deixar ficar aqui. Mas não dava.
Vesti qualquer roupa, fiz um coque nos cabelos e calcei uma sapatilha. Para quê me arrumar para ir para essa favela de gente pobretona?
— Vamos? — Léo me chamou.
— Sim. — falei com desdém.
Estava com ódio, muito ódio. Léo não podia me entregar a esse bandido assim, e se ele me matar?
Entramos no carro, e eu fui o caminho todo