197. Você é minha família
Therasia
— Querido, acho que eu já mencionei a necessidade de ficarmos afastados por alguns metros quando vamos conversar — digo, mas não tem nem como escapar de onde estou.
Uma de suas mãos está em minhas costas, me dando apoio, apesar do braço do sofá fazer bem esse papel, enquanto a outra fica em torno da minha cintura, repousada com delicadeza perto da minha barriga e perna, como se quisesse garantir que pode tocar ambos.
— Fico bem mais calmo quando sei que você está perto o bastante para