LENNON
Archer era meu amigo de infância, aquele cara que eu considerava como um irmão, mas francamente, às vezes eu queria dar uns socos nele, como naquele exato momento.
Eu o cutuquei, mas ele apenas resmungou e continuou “dormindo”.
— Mas que cretino!
Se ele não podia ajudar, então eu ia fazer a minha parte como futuro padrinho daquela neném deliciosinha, coisinha fofa do titio, Rose. Eu gostava muito de crianças, especialmente porque não eram minhas. No momento em que choravam, era só entre