Capítulo 288
Neide
O caminho de volta para a casa de Alexei foi silencioso, mas confortável. Nazar dirigia com uma mão no volante e a outra descansando em minha coxa, um toque possessivo e despreocupado ao mesmo tempo. Eu ainda sentia os efeitos da última hora em cada músculo do meu corpo, mas nunca admitiria isso em voz alta.
— Tá sorrindo por quê? — ele perguntou, lançando um olhar de canto pra mim.
Cruzei os braços, tentando fingir indiferença.
— Quem disse que estou sorrindo?