Ela hesita.
— Mas... isso não seria certo.
— Eu sou o patrão, lembra? Eu decido o que é certo por aqui.
Ela sorri, agradece e sai.
Pego o celular, encostado no canto da mesa e vejo algumas mensagens. Uma da Clarinha, avisando que chegou a Londres. Meu peito aperta. Vou sentir falta dela, me