Jhulietta Duarte
Não sabia quanto tempo fiquei ali, apenas sentindo o calor dos braços de Nicolas ao meu redor. Seu abraço era firme, protetor, e, por mais que eu tentasse segurar minhas lágrimas, elas continuavam a cair, encharcando sua camisa.
— Obrigada… — sussurrei contra seu peito, minha voz trêmula.
Ele suspirou, afagando meus cabelos com delicadeza.
— Para de agradecer, Jhulietta — murmurou, e sua voz saiu baixa, quase um pedido.
Ergui meu rosto para encará-lo, confusa. Seus olhos estava