Jhulietta Duarte
O burburinho constante dos corredores da escola ecoava ao meu redor, uma sinfonia cotidiana de passos apressados e vozes animadas. A última aula finalmente havia terminado, e eu guardava meus livros na mochila quando Renata surgiu na porta, um sorriso travesso iluminando seu rosto.
— Jhulietta, você não vai acreditar no que consegui! — exclamou, entrando na sala com a energia de um furacão e sentando-se na cadeira ao meu lado.
— O que aprontou dessa vez, Re? — perguntei, erguen