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Vicente François
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Mamãe me soltou, saindo do abraço, e segurou-me pelos ombros.
—Vicente, meu filho. Olhe em meus olhos e diga que não sente nada por aquela mulher.
Meus lábios se moveram. Abriram e fecharam, mas nenhum som fora emitido. Ela se preparou para me repreender, mas as portas se abriram e Charlotte entrou.
Senti as unhas de mamãe arranhando minha pele quando a mesma tentou me segurar, mas foi de imediato. Corri em direção à Charlotte, sem pensar.
—Desgraçada, miserável. C