Mundo ficciónIniciar sesiónMayra é uma jovem latina que viaja de sua cidade natal para os Estados Unidos para encontrar seu único parente, seu primo Roberto. No entanto, ela tem uma grande surpresa, pois seu primo se revela o chefe de uma importante máfia e lhe oferece uma vida de luxo, desde que ela concorde em trabalhar com ele na organização. Ela recusa, pois não gosta dessa vida de crime e prefere viver humildemente por conta própria. Em sua nova vida, ela conhece Juliet, que se tornará sua melhor amiga, e, graças a um pequeño incidente no trabalho, conhece Liam, um homem bonito e dedicado com quem se casa. Toda a sua vida é perfeita, até que ela fica sabendo da suposta morte de seu primo Roberto, então as máscaras começam a cair e Mayra descobre que seu marido nunca a amou, que sua melhor amiga Julieta era amante dele e, para completar, ela é agredida de forma tão brutal que é hospitalizada. Mas não vai ficar assim, depois de se recuperar de tanto sofrimento, Mayra tomou uma decisão, tudo o que ela quer no mundo é fazer sofrer os desgraçados que lhe causaram tanta dor, ela vai se juntar à máfia, vai voltar para procurar aqueles que a machucaram e, assim, obter sua doce vingança.
Leer másSó ouvi um barulho muito forte, meus ouvidos começaram a ouvir um zumbido. Enquanto minha cabeça parecia que girava, sangue escorria pela minha cabeça. Tentei me levantar mas não conseguir. O que aconteceu? Me perguntava, estávamos a caminho de casa. E eu estava sentada no banco de trás com o cinto de segurança me apertando.
Escutei vozes, era a voz do Larry e da Letícia, ela chorava, dizendo que estava sentindo muita dor, seu estômago doía muito. Como assim seu estômago doía? Escutei salve nosso bebê Larry. Parecia que estava alucinando. Larry abriu a porta do carro carregou Letícia em seus braços e não olhou pra trás. Eu pra ele não existia, não olhou pro banco de trás e nem se lembrou que eu estava no carro. Só ouvia ele falar com Leticia, vou te levar pro hospital, você e o bebê vão ficar bem. Eu tentei gritar mas minha voz não saia. Me arrastei até conseguir sair do carro. Eu tinha perdido muito sangue e estava sozinha em uma estrada escura. Enquanto o homem que eu amava me deixou sozinha pra morrer. Sem forças olhei pro céu e falei que se eu tivesse uma outra chance faria tudo diferente. Quando meus olhos iam se fechando eu vi o Ryan, ele me pegou em seus braços e começou a chorar, não dorme, você vai ficar bem. Vou te levar ao hospital. Olhei pra ele quando tentei pegar em seu rosto, tudo ficou escuro. Alguém estava me chamando, Senhorita Patricia você precisa de ajudar? Uma funcionária do aeroporto estava me chamando. Abrir meus olhos , eu não estava nos braços do Ryan depois do acidente de carro? O que aconteceu? Ela tentou me acalmar e disse: -Calma senhorita você deve ter tido um sonho, você está no aeroporto de Pequin na China, você acabou adormecendo. Confusa perguntei a ela que dia era hoje: Ela me respondeu: Dia 22 de Julho de 2026. Eu renasci? Ou eu tive um sonho do futuro ou foi só um pesadelo? Hoje foi o dia que o Larry vinha me buscar no aeroporto. Renascida um ano antes de tudo acontecer. Do meu lado havia uma placa, sou a Patrícia. Estou esperando por você. Agradeci A funcionária e depois de alguns minutos chegou Larry , Leticia e seu amigo Ryan. Eu fiquei espantada quando vi eles, Leticia estava de azul e Larry com uma jaqueta azul. Sendo que tínhamos combinado que eu viria de rosa e branco e ele usaria um jaqueta preta e uma camisa branca pra combinamos mas ele e Leticia estavam com cores de roupas iguais parecendo um casal e eu não havia notado isso. Eu nem sabia da existência dessa Letícia. Tentei esconder a placa mas já era tarde eles já haviam me visto Olhei pro Ryan ele estava com uma jaqueta preta e uma camisa branca. Como não havia notado isso antes. Ele estava usando a roupa que pedi pra Larry usar. Eu fiquei encarando o Ryan enquanto seu rosto ficava vermelho. E senti uma mão pega em meu braço, era da Leticia se agarrou em meu braço, me abraçou e se apresentou: sou Leticia amiga de infância de Larry prazer em conhecer-la. Olhei pra ele apenas e me lembrei que na vida passada eu tinha ficado sem graça e por gentileza não falei nada fui bem educada e pensei que ela era uma amiga. Tratei ela como se fosse uma irmã. Tirei a mão dela do meu braço com cuidado, olhei para Larry e falei: -Nossa você nunca me falou dela e que surpresa ela vim no aeroporto e a primeira a se apresentar. Larry ficou nervoso e disse: Não entenda errado Patricia eu estava nervoso e não sabia como me comportar ao te encontrar no aeroporto, então, trouxe ela e meu amigo Ryan. Ryan pegou em minha mão e eu olhei pra ele, só conseguia me lembrar do acidente, ele chorando, parecia que dizia que ele se arrependia de não ter confessado o que sentia. Eu olhava pra ele como se tivesse me apaixonado a primeira vista. Ryan perguntou: está tudo bem com você? Por que você não responde? Patricia! Larry me puxou e disse o que houve? Disfarcei e disse: Estou cansada do voo e ainda não domir. Ele me puxou e me abraçou, olhei de canto Leticia estava amassando os punhos com um olhar de ódio. Ele pegou em minha mão e fomos até o carro. Quando ele abriu a porta Leticia entrou rápido do outro lado e se sentou. Nao mudou nada, isso aconteceu e eu tive que ir do outro lado, apertada do lado dela, enquanto ela sentava do lado de Larry. Apenas deixei ela entrar e quando o Larry ia entrando no carro, apenas o observava, ele naturalmente entrou e sentou no mesmo lugar. Eu senti vontade de empurrar os dois mas não podia fazer isso, porque eu havia investido milhões na empresa de Larry e não podia terminar assim. Eu tinha ajudado a empresa dele como um investidor misterioso, até eu recuperar tudo não podia jogar tudo fora. Como Leticia usava um perfume muito forte, e tenho Sinusite senti uma reação alérgica e espirrei, falei esse cheiro esta muito forte. Posso sentar no banco do passageiro? Ryan estava dirigindo, não perguntei duas vezes e logo abrir a porta e me sentei, Ryan ficou nervoso. Fingi que não conseguia colocar o cinto de segurança e ele tentou me ajudar, enquanto seu rosto ficava vermelho, eu sorri e disse: Deixa que eu consigo. No banco de trás Letícia sentada com o braço dela no de Larry parecia um casal. Olhei do retrovisor do carro. E me perguntava como eu não percebi isso. Não me aguentei virei pra trás e disse: Larry do jeito que você e Leticia estão tão colados um no outro parece um casal apaixonado. Larry tirou o braço dela e disse: Não entenda errado Paty eu a vejo como uma irmã. Eu sorri baixinho e repeti irmã e não falei mas nada. Leticia tentou se explicar: Paty não entenda errado eu cresci com o Larry e o Ryan é normal temos certas intimidades. Algo que você não vai entender. Olhei pra ela e disse: Me chame de Patricia não somos amigas, conheci você hoje. Letícia tentou se desculpar e começou a chorar. Eu gritei vai se fazer de vítima é. Para esse carro agora. Larry perguntou: o que houve Patricia? Eu disse: Ou sai ela ou sai eu. Todos ficaram em silêncio. Quando Larry tentou falar eu não deixei. Olhei para Ryan e perguntei :você tem algum lugar para que eu possa me hospedar? Larry estava incrédulo você não iria pro meu apartamento? Não era esse o combinado? Eu disse combinado? Você trás a sua amiga de infância que eu nunca ouvir falar dela e ela quem esta sentada do seu lado parecendo um casal e esse não era o combinado? Só falta você me falar que ela também vai morar no seu apartamento. Larry não sabia o que falar porque eu ja sabia a resposta. Na vida passada Letícia foi morar no apartamento com a desculpa de que eu por não conhecer a cidade ou não dar o golpe da barriga e engravidar, era melhor ela morar lá para vigiar nós dois, só assim os pais de Larry iam ficar tranquilos.Pensei se deveria lhe contar a verdade, se esse seria o momento certo. Roberto parecia estudar minha expressão, enquanto eu ainda estava avaliando a situação.-Mayra? – Ele apertou minha mão, fazendo-me reagir.-Eu… eu sinto muito… Roberto, aquele casamento era fictício, era uma armadilha e eu…” comecei a gaguejar quando Roberto me interrompeu.-Sim, eu adivinhei…-Mauro e eu, nós já éramos casados. – Eu disse, fechando os olhos com força. – Ele me forçou e eu…-Mayra? – Roberto me interrompeu, abri os olhos lentamente, ele parecia sereno. – Calma, a culpa não é sua, eu entendo.Joguei-me em seu peito para abraçá-lo, não agüentava mais, as lágrimas, os gemidos, os tremores vieram à tona. Da melhor forma que pôde, Roberto colocou uma de suas mãos em minhas costas e começou a me confortar, acariciando-me. O que me fez sentir pior, mais culpada.-Me desculpe… Me desculpe… Eu não escutei você… Foi tudo culpa minha… Tudo aconteceu por minha causa…-Shsssssss, acalme-se Mayra
Don Ivanov puxou um banco próximo, sentou-se ao meu lado e, de repente, mudou sua expressão, ficou mais sério.-Você sabe, houve muita confusão em nosso meio quando Mauro anunciou seu casamento com a herdeira dos Valenti…” Ele começou a contar.-Sim, imagino que tenha sido algo que ninguém esperava.-Acredite ou não, muitos de nós suspeitávamos que você ainda estava vivo, escondido por aí, e que em algum momento você voltaria para recuperar o que lhe pertencia.-Então, qual foi o motivo da revolta? – Isso me pareceu um pouco confuso.-Bem, o motivo principal foi a questão do casamento. Se ninguém aceitou que Mauro assumisse o controle da organização Ferro, imagine se ele também assumisse o controle da Valenti.-Claro, eu entendo. No entanto, não ouvi ninguém mostrar seu descontentamento com isso. – Talvez não concordassem, mas ninguém, com exceção de Roberto, tentou impedir o casamento.-Minha querida Mayra, você precisa aprender que este mundo se move nas sombras.-O
O cara estava nos vigiando de perto e eu não ia conseguir dar um bom tiro nele da posição em que estava.-Roberto, Roberto, querido, eu preciso de você, preciso de você concentrado, você tem que me ajudar. – Comecei a resmungar sobre Roberto, que já estava caindo no sono.-Mayra? Eu… - mal tentei falar.-Shsssssssss calma, não precisa dizer nada, mas preciso de sua ajuda para que nós dois possamos sair daqui. – Eu o vi acenar fracamente com a cabeça.Tirei uma faca do terno de Roberto e comecei a rasgar a saia do meu vestido desconfortável, deixei-o estendido na beirada da parede, desde que Giovanni pudesse vê-lo, você assumiria que eu estava lá. Peguei a arma pequena, a mesma que havia tirado de Mauro, e a entreguei a Roberto, deixando-a em sua mão, colocando o gatilho entre seus dedos.-Ouça-me, preciso que reúna todas as suas forças e atire naquela direção, por favor, não pare de atirar, entendeu?Apontei a arma para um ponto próximo de onde Giovanni estava, vi o sofrimen
Segundos depois, foram disparados tiros, muitos tiros, eu não sabia o que estava acontecendo, não conseguia ver nada. Com o coração aos pulos, me joguei bem perto da parede e, de um lado, estava o Mauro, disparando tiros para o ar, porque eu tinha certeza de que ele também não estava vendo nada.-Maldito bastardo! Onde ele conseguiu todo aquele equipamento e tanta gente? – Mauro rosnou enquanto sua arma continuava a disparar.Eu espiei novamente pela lateral da parede, a névoa estava começando a se dissipar, embora ainda um pouco espessa, e agora eu podia ver silhuetas e brilhos.Esperei por um momento, ainda atrás de Mauro que continuava atirando, a visão melhorou e pude entender o que estava acontecendo.Um grupo de homens vestidos de preto, com coletes à prova de balas, armas de alto calibre, passagens nas montanhas, viseiras especiais para ver através da neblina e tochas, estava entrando e destruindo tudo, como se estivessem exterminando uma praga de baratas.Pareciam um esq
Último capítulo