Enrico Narrando
Assim que parei o carro diante da entrada discreta do motel, abaixei o vidro sem precisar sair. O interfone brilhou com uma luz vermelha, indicando que estava pronto para atendimento. Pressionei o botão e aguardei.
— Boa noite, bem-vindo ao Império — a voz feminina soou clara pelo alto-falante.
— Boa noite. Quero a melhor suíte disponível — respondi sem hesitação, mantendo a mão firme no volante.
Do meu lado, Thayla mexia nos próprios dedos, claramente ansiosa. Me lançou um olh