Olavo fechou os olhos, tentando conter as próprias lágrimas, mas falhou. Ele se abaixou para abraçá-la, apertando-a com força.
— Eu sei, minha filha, eu sei... Mas não temos escolha. Não podemos adiar mais o velório. — A voz dele saiu baixa, quase um sussurro. — Vai ser difícil, muito difícil, ver o Jack dentro daquele caixão. E pior... sem nem poder abrir o caixão para vê-lo pela última vez. Nem isso nos sobrou...
Ele engoliu em seco, tentando desviar a mente da imagem que havia pintado em sua