O sangue escorrendo pelos ferimentos, o rosto pálido e a figura vibrante que ele conhecia agora estavam reduzidos a um corpo fragilizado.
— Andressa… — ele murmura, quase inaudível, sentindo o coração apertar, enquanto se aproxima com o coração acelerado.
— Doutor, precisamos agir agora! — diz uma enfermeira, puxando-o de volta para a realidade.
Leonel balança a cabeça, afastando o choque inicial. Sua mente de médico entra em ação, mas o aperto em seu peito permanece. Ele sabe que não pode deixa