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A pergunta ríspida me pegou de surpresa. Estaria eufórico, mas até há alguns meses tinha dito que nunca seria o pai da Meg. Arqueei a sobrancelha especulativo.
– Sei o que deve estar a pensar, mas me sentiria segura sabendo que a minha filha tem um pai de bem.
Senti um nó estranho no estômago ao ouvir aquelas palavras e me perguntando sobre o significado. Não queria dramas, então disse que ia pensar. Ela sorriu e eu também me sentindo conectado de algum modo.
– Amanhã tem o baile benefice