Safira chega.
— Não chegue perto.
— Filha!
— Filha nada, pai. O senhor a viu chamando meu namorado de gatinho. Sou sua filha e não tenho sangue de barata. Carlos, desculpe, mas não quero Safira perto dos meninos.
— Filha!
— Vocês se conhecem?
— Não tenho esse desprazer.
— Safira e eu estudamos juntos. Éramos amigos, mas sua sobrinha nunca aceitou sermos apenas amigos. Então, em relação ao trabalho, o padrinho decide. Mas ela tem que ser profissional, e é a única coisa que teremos.
— Mas, Heitor!
— Mas nada,