Dirigiu-se ao quarto, fechou a porta e começou a beijar seu amado, gemendo entre os beijos. Seus corpos se colaram, e após um beijo avassalador, interromperam o contato, ofegantes:
— Minha neguinha, assim não consigo resistir. — confessou Heitor, com voz rouca.
— Não resista, neguinho. Eu te quero, amor. Por favor. — suplicou Ale.
— Tem certeza, neguinha? Se eu não parar agora, vou até o fim. — advertiu Heitor.
— Não pare, neguinho. Eu te quero. — insistiu ela, com convicção.
Alexandra