57. Faz amor comigo...
Nossas línguas dançam juntas, alimentando nossa conexão que se torna enfurecida, mal tenho tempo de lembrar de respirar pois meu fôlego estava se esvaindo apressadamente como se fosse drenado pelo calor que aquele quarto irradiava. Lucca desce sua mão até minha coxa, apertando-a com força.
— Chega! Essa droga de macacão... porra!
Suas mãos vão até a barra do meu colarinho, pronto para rasgar num só puxão. Entretanto, o seguro antes que o faça.
— Eu gostei desse macacão.
— E eu o odiei por