17. Me mata...!
Sinto uma dor profunda em meu peito, daquelas que rasgam e estilhaçam a carne. Lucca não tinha esse direito. Ele não devia... ele não podia. Ele é um monstro!
Minhas lágrimas se tornam mais intensas, à medida que meu peito estava sendo corroído pela dor da perda. Eu gritei e me permiti desabar. Não importava se ele estaria olhando ou não, eu só queria que a dor parasse, que a culpa e a sensação de não ter sido capaz de o salvar me consumisse por completo e aumentasse o meu desespero. Mas, para