Durante esse tempo, Ana frequentemente se pegava pensando em como, no passado, ela batia e insultava Clarice a todo momento.
Clarice devia ter sofrido tanto!
Sob anos de maus-tratos, como ela conseguiu sobreviver?
Sempre que essas memórias vinham à tona, Ana sentia uma dor profunda no coração, como se estivesse sendo consumida pelo arrependimento.
Agora, em sua condição atual, ela acreditava que tudo isso era uma forma de punição divina, uma retribuição pelos pecados que havia cometido.