— Diana! — diz Noah assim que passo pela porta do quarto do motel.
Ao ver Noah correr em minha direção, um sorriso se formou em meus lábios. Ele me abraçou pela cintura com entusiasmo, e eu retribuí o gesto, sentindo uma onda de alívio e alegria por vê-lo bem e feliz. O quarto bagunçado e as embalagens vazias de alimentos indicavam que ele havia tido um dia normal e comum, como qualquer outra criança.
— Ei, meu campeão! Como foi o seu dia? — perguntei, acariciando seus cabelos co