BRUNO
Depois que saí da empresa com Caetano, fomos até a sorveteria mais perto dali. Ele quis sorvete de chocolate com menta e calda de chocolate e, aproveitei para pedir o de pistache para mim. Eu não devia ter aceitado ficar com o pequeno, mas ele era só uma criança e não tinha culpa de nada do que aconteceu entre eu e a mãe dele.
— Tio Bruno.
— O que foi, pequeno?
— Você não tem namorada, não é?
— Isso mesmo.
— Então por que você não namora a minha mãe?
— Por que está falando isso?
— Porque