Cinco dias. A sensação era de que o tempo havia parado. Cinco dias desde que Ian foi levado, e o vazio que ele deixou parecia aumentar a cada minuto que passava. As primeiras vinte e quatro horas foram um borrão. Eu mal conseguia distinguir o que estava acontecendo ao meu redor. Os médicos me deram uma dose cavalar de sedativos, preocupados com o meu estado e com as dores atrozes que começaram a atacar minhas mãos. Eu estava tão dopada que mal conseguia pensar, o que, de certa forma, foi um alí