139. Marco Hill
A foto estava na minha mão, e eu não conseguia parar de olhar para ela, como se aquela imagem antiga pudesse me dar respostas que eu não sabia que estava procurando, como se os rostos congelados no tempo pudessem sussurrar segredos que tinham ficado escondidos por décadas, esperando o momento certo para serem revelados.
Alice estava ao meu lado, os olhos fixos na foto, o corpo tenso como uma corda prestes a se romper, os ombros rígidos, a respiração curta e irregular. Eu sentia o tremor das mão