118. Alice Benette

A lanchonete do hospital estava vazia naquela hora da tarde, as mesas desocupadas, o cheiro de café e pão fresco pairando no ar como um abraço silencioso.

Eu estava sentada em uma das mesas, os olhos fixos na xícara que mal toquei, quando a mãe de Daniel apareceu com duas canecas de café e um sorriso tímido no rosto.

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