11. Alice Benette
O cheiro de café recém-passado ainda pairava no celeiro quando entrei naquela manhã.
— Bom dia, querida! — Rosa abriu um sorriso assim que me viu atravessar a porta.
Sorri de volta, aproximando-me apenas para pegar uma caneca de café.
— Bom dia. Hoje eu estou em missão importante.
Ela arqueou uma sobrancelha divertida.
— Isso parece perigoso.
— Ah, é perigosíssimo — respondi, pegando a garrafa térmica. — Hoje eu vou infernizar a vida do seu neto profissionalmente.
Teresa, que organizava pães nu