Capítulo 33. Desconfiança

Klein então mudou de estratégia, não entendendo porque Clarice e Gusmão não se pronunciaram, mas começaram a bocejar.

— Clarice, onde está o seu bebê, ele nasceu bem?

Clarice estava sonolenta, mas não a ponto de perder a consciência. Caiu em si de que seu chá devia estar drogado e se a droga fosse boa, logo dormiria sobre a mesa. Mordeu o interior da bochecha até sangrar e a dor a despertou e conseguiu prestar atenção à conversa.

— Como? — perguntou ela.

— Seu bebê? Você estava grávida quando n
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