Cecília
Para ser sincera, eu não estava esperando mais nada. E quando Steffano me deixou em casa, perguntei-me se teria que lidar com outro surto do meu pai, mas ele tinha saído, como de costume, e tudo que eu vi foi minha mãe me esperando na sala, com o rosto choroso e uma expressão preocupada.
— Cecília… — ela me chamou, ainda chorosa, estendendo uma mão para mim. — Filha…
Suspirei.
— O que foi, mãe? O que aconteceu?
Eu perguntei, mesmo que, no fundo, eu não quisesse saber.
Deus.
Como