Edward
Penso em como ela reagiria se soubesse a verdade, que não teve ninguém depois dela. Ninguém que valesse a pena. Ninguém que chegasse aos pés do que eu sentia por ela. Cinco anos de celibato autoimposto, porque qualquer toque que não fosse o dela parecia errado, vazio, uma traição ao que eu ainda carrego no peito. Mas eu não digo isso. Não agora.
— Tentando virar celibatário? — ela debocha, seus olhos semicerrados, mordendo o lábio inferior.
Seguro seu rosto com as duas mãos, meus polega