—Sabe por que não temos uma mesa aqui? —perguntou Jhon chutando a cadeira para chamar sua atenção—. Porque não queremos que você fique confortável, que se recline, que acredite nem por um instante que isso será um interrogatório amigável.
Ailsa sacudiu as mãos algemadas à cadeira e o olhou com os olhos bem abertos.
—Não direi nada até que você me tire daqui... Não direi nada de nada! —gritou para ele, compreendendo que apelar para a constituição, a lei e os direitos humanos não faria sentido a