Cap 116
Zen estava agora no quarto da mãe da senhora Bayer. A mulher continuava como sempre: sentada em sua cadeira, o olhar perdido, vago, vazio de vida e emoções. Ela parecia uma estátua, uma sombra de quem já fora.
Ele puxou uma cadeira e se sentou à sua frente, cruzando as pernas e os braços. Observou-a com curiosidade, como quem analisa um enigma sem pressa de resolver.
— Você não fala muito, não é? — começou, a voz suave, mas carregada de um tom quase cruel. — Na verdade, acho que nunca v