Sérgio não tocou no café da manhã.
Desde que se sentara à mesa, mantinha os olhos em Isabela, observando cada movimento dela em silêncio.
Depois de algum tempo, Sérgio ergueu a mão. O gesto carregava uma impotência incomum, quase uma tentativa de aliviar a tensão entre os dois.
Seus dedos se aproximaram do alto da cabeça dela.
— Está brava comigo?
Antes que pudesse tocá-la, Isabela virou o rosto e se esquivou.
O movimento foi rápido e instintivo.
A mão de Sérgio ficou suspensa no ar por alguns s