Durante o café da manhã, Sérgio tratou Isabela com a mesma delicadeza de sempre.
Era justamente aquela suavidade que tornava difícil ligar o homem à conversa que ela ouvira no dia anterior.
Mas ela tinha ouvido.
Tinha ouvido com clareza.
Ao notar que ela permanecia calada havia tempo demais, Sérgio estendeu a mão por cima da mesa e apertou de leve seus dedos.
— Pensando em quê?
— Ah... Em nada.
Isabela queria perguntar sobre a ligação. A pergunta chegou a se formar na garganta, mas morreu antes