Se havia uma coisa que se podia dizer sobre Isabela, era que ela sabia ser cruel.
Cruel de verdade.
Cristiano não podia mais entrar na área comercial e, agora, até para voltar para a própria casa, precisava descer do carro no meio do caminho.
Ao ouvir Karine dizer aquilo, Isabela respondeu:
— Isso não é nada. Não basta. Está muito longe de bastar.
Karine ficou em silêncio.
De fato, não bastava.
Só que, quando pensava em Cristiano...
Ao se lembrar de como ele havia tratado Isabela antes, Karine n