Mas quem imaginaria?
As pessoas que Isabela tinha trazido trabalhavam em turnos. Até de madrugada havia gente de guarda na porta da cozinha.
A raiva de Bruna subiu na mesma hora.
— Estou na minha própria casa. Agora nem uma coisa para comer eu posso pegar?
Ela descarregou a irritação em cima das empregadas que vigiavam a entrada da cozinha.
Uma delas, loura e de olhos claros, lançou-lhe um olhar cortante.
— Desculpe, mas a nossa patroa tem o sono muito leve. O barulho de alguém comendo pode acab