Depois de dizer aquilo, Isabela ainda completou, num tom quase gentil demais.
— Acho que você deve estar nervosa demais para pensar direito. Uma situação dessas, envolvendo uma criança… Como é que não se chama a polícia? Não acha?
Do outro lado, a voz de Lílian saiu tensa:
— O que você pretende fazer?
Isabela sorriu, fria.
— Fique tranquila. Já que eu ainda estou lúcida… Eu mesma ligo para a polícia por você.
E desligou, sem hesitar. Em seguida, ligou para a polícia, informou o endereço da mansã